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GraphRAG geoespacial em comparação com RAG vetorial
Projetos com RAG raramente falham por falta de dados, os problemas sempre costuma ser outro. Os dados existem, mas o método de recuperação nem sempre sustenta perguntas que dependem de relações entre entidades, principalmente quando essas relações não estão explícitas no texto. Em muitos casos, o sistema recupera trechos semanticamente relevantes, mas não consegue comprovar conexões como proximidade, coocorrência territorial, dependência entre categorias ou encadeamento de e
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João Ataide
2 de mar.11 min de leitura


Além do bot: A anatomia de um agente operacional para emergências
Quando se fala em automação em geoprocessamento, a imagem mais comum é a de um script rodando em loop ou de um bot que responde a comandos pré-definidos. Em cenários críticos, como acidentes de trânsito, essa rigidez pode virar risco: o sistema precisa lidar com incerteza, falhas e mudanças de contexto. Por isso, mais do que um executor de tarefas, o que faz diferença é um Agent . A distinção é simples, mas é bastante importante. Enquanto um bot percorre um fluxo linear, um
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João Ataide
23 de fev.10 min de leitura


Além da Latitude e Longitude: Criando Embeddings Espaciais para RAG
Quando comecei a misturar modelos de linguagem (LLMs) com dados geográficos, a primeira tentação foi tratar latitude e longitude como “apenas mais duas features” e seguir adiante. Logo percebi o problema, coordenadas são ótimas, mas não capturam contexto. Latitude e longitude não dizem nada sobre vizinhança. Elas não capturam bem a noção de vizinhança, não funcionam como identidades discretas e não oferecem uma estrutura hierárquica clara, como bairro, rua e quarteirão, dific
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João Ataide
16 de fev.6 min de leitura
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