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Além do bot: A anatomia de um agente operacional para emergências
Quando se fala em automação em geoprocessamento, a imagem mais comum é a de um script rodando em loop ou de um bot que responde a comandos pré-definidos. Em cenários críticos, como acidentes de trânsito, essa rigidez pode virar risco: o sistema precisa lidar com incerteza, falhas e mudanças de contexto. Por isso, mais do que um executor de tarefas, o que faz diferença é um Agent . A distinção é simples, mas é bastante importante. Enquanto um bot percorre um fluxo linear, um
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João Ataide
há 16 horas10 min de leitura
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